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Falar da história da cidade de Cádis pode-nos levar a um sem fim de palavras, pois, por exemplo, a "Tacita de Plata", é considerada a cidade mais antiga do Ocidente.

Desde a fundação de Cádis até aos dias de hoje, ocorreram muitos acontecimentos históricos, muitos com grande relevência.

Foram encontrados vestígios de artefactos do período calcolítico, o que evidencia a ocupação humana desta zona desde a pré-história. A cidade de Cádis foi fundada pelos Fenícios cerca do ano de 1100 a.C., sob o nome de Gadir. Devido ao carácter mercantil desta civilização, estes procuravam sempre locais costeiros como pequenas ilhas, com localização estratégica. Gadir converteu-se num importante porto mercantil dedicado ao comércio de matérias primas como o estanho, a prata ou o âmbar.

A cidade alcançou uma grande prosperidade no período romano. Não foi em vão que Júlio César lhe concedeu o título de civitas federata no Senado romano. Os seus habitantes obtiveram a cidadania romana. Outra prova dessa prosperidade é o legado romano que ficou tanto na cidade como em toda a Província. Gades, nome que os romanos deram à cidade, é citada em muitos escritos da época. Em muitos destes há referências ao templo de Melkart-Hercules, que tinha uma grande importância na antiguidade. Desse período ainda podemos encontrar alguns vestígios, como o teatro romano que se encontra no Bairro do Pópulo. Na última fase do Império Romano começou a decadência da cidade, que continuou até ao final da Idade Média.

A cidade foi reconquistada no ano de 1260 por Alfonso X, el Sabio, que mandou construir a Catedral Velha, Igreja de Santa Cruz, onde quis ser enterrado. A cidade de então correspondia ao actual bairro do Pópulo, onde se conserva parte da antiga muralha medieval. A partir do século XV, o número de habitantes cresceu consideravelmente, tendo a cidade se estendido para lá da zona amuralhada.

Em 1596 deu-se o ataque anglo-holandês a Cádis pela frota capitaneada pelo Conde de Essex. Durante o ataque foram produzidos danos na cidade. Queimaram uma grande quantidade de edifícios, entre os quais a Catedral Velha, que ardeu quase por completo, uma vez que a sua cobertura era feita de madeira. Foram roubados os sinos e todos os outros valores que foram encontrados no ataque. Após o ataque a cidade ficou devastada e o principal objectivo foi o de reforçar o sistema defensivo já que ficou provado que as antigas muralhas já não podiam proteger a cidade, devido à sua actual estrutura e dimensões.

A partir do século XVII, a cidade teve um grande desenvolvimento devido, uma vez mais, à sua localização estratégica, ideal para o comércio com o Novo Mundo. De facto, duas das históricas viagens de Cristóvão Colombo para a América saíram desta cidade. Inicialmente, o controlo de todo o comércio com o Novo Mundo era feito a partir de Sevilha, mas em 1717, a Casa de la Contratación mudou-se para Cádis, o que motivou o crescimento definitivo da cidade, tendo este sido apelidado de O Século de Ouro Gaditano. Nesta época, a cidade teve um rápido crescimento económico e demográfico. A este período corresponde um dos elementos arquitectónicos mais representativos da cidade, mesmo nos dias de hoje: as torres de vigia (torres miradores), de onde eram controladas as chegadas dos barcos carregados de mercadorias. Em 1789 nasce em Cádis a Academia de Nobles Artes, a qual trouxe um novo impulso à arquitectura Gaditana.

Com a ampliação do número de portos que podiam efectuar comércio com as Índias, Cádis começa uma nova fase de decadência, sendo suprimido o comércio com as Índias em 1790. A esta perda de hegemonia no comércio, deve-se somar também as guerras hispano-britânicas, que tiveram em determinadas ocasiões Cádis como cenário de fundo. Sem ir mais longe, a Batalha de Trafalgar, em 1805, foi um dos acontecimentos bélicos mais importantes da Baía de Cádis.

Mas, sem dúvida, o acontecimento mais importante que ocorreu em Cádis foi a reunião das Cortes Gerais no Oratório de San Felipe de Neri, que levou à promulgação da Constituição de 1812, a primeira Constituição Espanhola, popularmente conhecida como "La Pepa". Isto ocorreu durante o assédio francês à cidade, que durou dois anos e meio, originando a famosa letra da canção de Carnaval: "Con las bombas que tiran los fanfarrones, se hacen las gaditanas tirabuzones".

Ainda na actualidade, Cádis mantém o seu espírito liberal e permanece como uma cidade viva e aberta.

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